A busca da unidade da vida

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Marco Auréllio Dias, escritor brasileiro, dedicou alguns anos de sua vida construindo uma pequena capela na cidade de São Lourenço, MG, Brasil, utilizando a imaginação e alguns recursos naturais. Hoje, compara este seu trabalho a uma terapia de encontro com a criança interiorizada. O escritor abandonou a agitação da cidade do Rio de Janeiro e se estabeleceu na estância hidroclimática de São Lourenço, na Serra da Mantiqueira, onde passou a rever as prioridades da vida. É muito significativa a análise que ele faz da vida. Diz que se uma pessoa perder tudo o que tem e lhe sobrar a vida, na verdade ela não perdeu nada porque a maior experiência do ser humano é justamente o testemunho visual de que a vida existe não só na própria pessoa, mas em tudo o que a rodeia. Nenhuma experiência pode ser mais significativa do que esta. Em 1980, Marco Aurélio Dias tomou a decisão de colocar a experiência da unidade da vida acima de tudo e entendeu que seu relacionamento com a natureza é mais importante que qualquer outra atividade. O objetivo da vida não é ser bem sucedido financeiramente e ficar rico de bens materiais, como tentam entender e enfiar na cabeça das crianças. Ser simples, natural e observar com amor e alegria a vida que pulsa no universo, é mais que um objetivo da existência humana, é o sentido da unidade da vida natural. Para Marco Aurélio Dias as desgraças da sociedade nascem em parte pela concepção de que a vida é separada em pedaços e que cada um tem um pedacinho da vida. Por isso as pessoas se veem separadas das outras e vivem a ilusão de querer ser mais, de possuir mais, de ter tudo para si. Acham que aquele pedacinho de vida lhes pertence e querem vivê-lo com ganância e egoísmo. A vida, no entanto, é uma unidade biológica e psíquica que pulsa em todos os seres e em todo o espaço. Ver a vida una e desmontar a ideia de separação foi o objetivo que o escritor colocou para si quando buscou a tranquilidade da montanha. Para ele, nenhum problema e nenhuma paixão pode estar acima da observação da unidade da vida. Enfim, problemas e paixões não são o objetivo da vida, nem a própria pessoa pode se considerar o objetivo de si mesma... O conceito de pessoal é uma mera ilusão, a vida é universal, é cósmica e nunca foi dividida em pedaços. Em seu livro Jnana Yoga o escritor desenvolve e expõe as mais importantes concepções sobre a Unidade da Vida.
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Nossos livros:
Jnana Yoga
A Supermente
Horóscopo Indígena Brasileiro
A Homossexualidade Explicada
Chico Taquara - São Thomé das Letras
Nhá Chica e a 3ª Visão

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