O Universo

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     Compartilhamos das verdades científicas de que, no universo, todos os fenômenos ocorrem por seqüência evolutiva e não aleatoriamente. E que os organismos multicelulares, como os mamíferos, por exemplo, não apareceram prontos, mas tiveram uma evolução que começou na era proterozoica, 2,5 bilhões de anos atrás, conforme estimam os cientistas, evoluindo dos mais simples para os mais complexos. Outra observação interessante é a de que no universo tudo nasce e morre, lei que se aplica ao surgimento do universo, das galáxias, das estrelas, dos astros, das pessoas e dos micro-organismos. Baseados na teoria evolutiva e na lei de nascimento e morte, podemos imaginar que o próprio universo, em seu conjunto de galáxias, é um ser ou um corpo fenomenal que nasce e morre, da mesma forma como nascemos e morremos. Outra dedução lógica é a de que o universo não só nasce e morre continuamente, mas se transforma, adquirindo, a cada nascimento, formas diferentes de existência e de aparência. Não podemos precisar qual seria a idade média de vida do universo ou quanto tempo o universo vive desde o seu nascimento até atingir a velhice e morrer. Cada universo tem uma duração própria. Acreditamos que este universo não foi o primeiro a existir. Desde a eternidade insondável centenas de bilhões de universos nasceram e morreram. E, provavelmente, depois que este nosso universo desaparecer, centenas de bilhões de outros vão continuar nascendo e morrendo. O instinto de criação, que é a força da vida, vai continuar indefinidamente produzindo contínuos big bangs pela eternidade e expandindo universos fantásticos. Milhões de espécies vivas existiram nesses universos anteriores e terão sido completamente diferentes das formas de vida que conhecemos aqui na Terra. Não só as formas de vida eram diferentes, mas os astros e os elementos químicos que formaram aqueles universos eram diferentes. Não podemos deduzir que os big bangs sejam repetitivos. E nem conseguimos imaginar como será o próximo universo depois que este deixar de existir, mas sabemos que não será igual, e as formas de vida não serão em nada semelhantes as que conhecemos aqui. A Supermente não segue um padrão de criatividade nos seus big bangs. Esses e outros temas sobre a universo e a supermente o escritor Marco Aurélio Dias desenvolve amplamente em seu livro Jnana Yoga.
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