Vivendo o amor verdadeiro

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O amor é um sentimento externo a cada um de nós, é do "coração do universo" e se reflete tanto nos átomos como nos homens. O ser humano não ama, apenas sente o amor do universo. Quando um homem se apaixona por uma mulher, na verdade é o universo que está amando essa mulher, e ele apenas sente esse amor. O amor que existe no universo ama todas as coisas, se apaixona por tudo. Quando as pessoas sentem esse amor do universo, imaginam que são elas que estão amando. O amor é um só, e todos os animais sentem esse amor do mesmo modo que o ser humano sente. Certa vez uma jovem estudante me perguntou se a "mulher gorda e feia" ama tão intensamente quanto ama a "mulher bonita e esteticamente perfeita". A estudante queria saber se a "mulher feia" e a "mulher bonita" amam do mesmo modo, pois lhe parecia que a "mulher feia" tem menos capacidade de amar ou sente menos amor. Expliquei que todos amam igual, ou seja, todos vivenciam o mesmo amor. Não existe o amor de Fulano, o amor de Beltrano, o amor de Sicrano, etc. Existe um só amor. Não produzimos amor em nós, apenas sentimos o amor que sempre existiu em quantidade infinita no universo. Observem como os animais e seus donos se amam apaixonadamente. Ambos sentem o mesmo amor e na mesma quantidade. Do mesmo modo que a estudante, imaginamos que os animais, as células, os vegetais e os átomos não amam ou amam menos que o ser humano. O amor é feito o ar que respiramos, não é nosso, não nasce em nós, é apenas um sentimento que já existe no universo. Em certas ocasiões sentimos esse amor e achamos que estamos apaixonados. Quem está apaixonado é o universo. Ele ama loucamente cada partícula infinitesimal da matéria. Isto é o amor.

*****Marco Aurellio Dias

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