Meu Refúgio Na Capela

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Editora Clube dos Autores
Na década de 70, Marco Aurélio Dias saiu do Rio de Janeiro e foi viver dentro de uma pequena capela no interior de Minas Gerais, iniciando um processo acelerado de busca de si mesmo. No ambiente calmo da estância hidromineral de São Lourenço, dedicou-se a procurar um sentido lógico para a vida, inconformado com a ideia de viver apenas a vida da personalidade e do "eu sou cultural" construído pela sociedade. Queria apalpar algo em si mesmo ligado a Deus. Aprofundou-se na busca de si mesmo, através da meditação e de práticas espirituais, alcançando resultados reais de conscientização da Unidade da Vida. Na pequena igreja onde reside (Capela Nhá Chica) foi procurado por muitas pessoas interessadas em conhecer o seu processo de iniciação. Então resolveu escrever o livro "Meu Refúgio na Capela", publicado pela Editora Clube dos Autores, para encorajar outras pessoas no caminho da religação espiritual com Deus. Veja mais aqui

Epublicar: nova versão do livro Biografia de Nhá Chica

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   Nhá Chica

A Editora MARD acaba de lançar uma nova versão atualizada do livro epub Biografia de Nhá Chica. Esta edição está sendo muito comentada e bem aceita nos meios literários, principalmente tem sido elogiada a clareza do escritor Marco Aurellio Dias na organização do texto. O livro já está disponível para venda na Livraria MARD que tem uma parceria com o Pagseguro do Uol onde o cliente faz a compra com toda segurança e confiança. Veja mais detalhes aqui. O mesmo livro pode ser adquirido em papel impresso com acabamento de primeira na seção de livros impressos da Livraria MARD que pode ser acessada aqui.

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Jean Piaget e a função da educação

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"A década de 60 foi um conto de fadas, pelo menos no Brasil. Eu mesmo ouvia os adultos comentarem que certa pessoa já estava formada. Acreditava-se que as pessoas que arrumavam um trabalho e casavam já estavam formadas. Este era o conceito de estar formado: ter trabalho e estar casado. Lembro da batalha de Lauro de Oliveira Lima para mudar essa visão popular da pessoa formada e trazer à luz a ideia de que a pessoa nunca está formada, está sempre em formação intelectual, moral e psíquica. O ser humano está em evolução, logo não chegou ainda ao fim de sua formação. Pois bem, o conceito de estar formado embutia na cabeça das pessoas dois entendimentos: que a pessoa "formada" não precisava aprender mais nada, sabia o suficiente, e que a pessoa não tinha a capacidade para aprender mais nada. O Lauro era um expoente das pesquisas pedagógicas do cientista Jean Piaget, na Suíça, e combatia a tese popular de que "a pessoa estava formada", argumentando que toda pessoa tem capacidade de aprendizagem em qualquer área do conhecimento e em quantidade ilimitada. O que me deixou espantado, na época, foi a crença na limitação da capacidade de aprendizagem. O estímulo para quebrar a sequência dos condicionamentos culturais era nenhum e o indivíduo que tentava mudar era criticado. O meu cabelo sempre tinha sido cortado ao estilo de "Príncipe Danilo", meio parecido com o corte dos militares. Aquilo começou a me incomodar. Meu pai mandou eu ir ao barbeiro, certa vez, e disse que pretendia deixar o cabelo crescer mais um pouco. Ele prontamente me bloqueou dizendo que eu não ia deixar o cabelo crescer, não, porque ele não queria vagabundo dentro de casa. O cabelo um pouquinho maior era para vagabundos. As pessoas tradicionais pensavam assim. Mas a revolução cultural já estava abalando os alicerces de muitos comportamentos induzidos pelo militarismo internacional. Citei o caso para para termos uma ideia da repressão que as pessoas sofriam dentro do próprio lar. Por outro lado, a pessoa nunca está formada, ela pode é estar desmotivada para aprender. O pintor Leonardo da Vinci morreu muito idoso e lamentou a proximidade da morte argumentando que estava deixando o mundo logo naquele momento em que estava começando a aprender a pintar. Enfim, hoje sabemos que a pessoa nunca está formada ou acabada. Cada pessoa é um processo em evolução. E a função da educação é estimular comportamentos e pontos de vistas criativos, opostamente aos condicionamentos, para que o novo seja acrescentado no banco de dados da espécie humana, promovendo a evolução. 



Não parece, mas a educação que acrescenta a criatividade e que estimula o interesse pelo que não sabemos ainda, de alguma forma provoca mudanças evolutivas no cérebro. É claro que considerando essas provocações biológicas da criatividade na aprendizagem escolar, dentro do que compreendemos como eternidades do tempo biológico ou evolutivo, parecerão não ter influência nenhuma. No entanto, o esforço cognitivo do educando (e até a pessoa mais idosa do planeta é um educando) com o exercício do ensino criativo imprime essa atividade nas células e essa informação passa por toda a cadeia das partículas da matéria, estimulando o processo biológico da evolução do cérebro. A nossa mente está em profundo contato inconsciente com a mente das células, das moléculas, dos átomos e com a mente de todas as partículas que compõem a matéria. Tudo no universo está em processo educativo, não é só o ser humano. A educação é uma das facetas da evolução das espécies, já que ela visa atingir a melhor adaptação ao meio para sobreviver  mais facilmente e se perpetuar. As partículas da matéria estão em processo educativo também. Além disso, todas as coisas são portadoras de psique, e esta é cósmica. A transmissão da informação só ocorre por processo psíquico. Até um átomo tem uma estrutura psíquica, porque está continuamente recebendo e transmitindo informações. Dessa forma, a educação é um processo psíquico que estimula, no plano geral da aprendizagem, a evolução psicossocial da espécie. O inconsciente biológico evolutivo pode estimular no indivíduo o interesse pela criatividade comportamental e assim provocar mudanças evolutivas na estrutura psicossomática. A vida não tem finalidade pessoal. Somos estimulados para o todo e não somente para nós mesmos. Qualquer tipo de atividade das espécies visa interesses de mudança de comportamento dessa mesma espécie. Por isso cada geração constrói um modelo mais avançado de comportamento. Qualquer indivíduo é mais informação evolutiva da espécie humana do que processo de crescimento de si mesmo. O aborrecimento de Nietzsche é mais um processo de informação biológica sobre a dificuldade de adaptação do que uma questão pessoal de insatisfação. Mas o processo educativo social é muito importante e Lauro de Oliveira Lima foi muito importante para a sociedade carioca no processo de estimular o indivíduo a evoluir a obter informação, combatendo a noção ultrapassada de que o indivíduo que adquiria um emprego e se casava estava formado e, portanto, não deveria se interessar por mais nada porque a vida tinha essa finalidade específica de trabalhar e casar. O pensamento do Professor Lauro imprimiu a convicção de que o ensino escolar não deve parar numa determinada etapa da vida da pessoa. Deve continuar sempre, pois o uso do cérebro com a função especulativa estimula mudanças biológicas no mesmo com a finalidade de aperfeiçoar seu funcionamento no futuro biológico da espécie humana. A noção de vida era muito pessoal, na década de 60, subtraindo qualquer tipo de responsabilidade do indivíduo com a continuidade da educação e com a evolução da espécie. A educação criativa busca melhores resultados evolutivos, a longo prazo. Os homens nascem, contribuem com informações e morrem, mas a humanidade está sempre viva e absorve essas informações para melhorar seu desempenho social e biológico. Enfim, o objetivo da existência a ser atingido não é o indivíduo como pessoa, mas a humanidade. A vida olha a humanidade como uma unidade, um único corpo, e não como milhões de indivíduos, assim como nós olhamos uma parede e vemos ela como uma unidade, mas sabemos que ela é uma multiplicidade de partículas invisíveis que se unem para se tornarem visíveis aos nossos olhos. O olhar da existência vê a humanidade como um único ser em evolução. Por isso dizemos que o homem verdadeiro é a humanidade. O que evolui, na verdade, é a humanidade. A educação, portanto, visa a humanidade, embora as pessoas tirem proveito dela. Do mesmo modo, os arquétipos ancestrais que organizam modelos de sociedade, possuem uma função não especificamente para o indivíduo. O inconsciente coletivo é da humanidade, contém informações de todas as gerações que nos antecederam, ele não é da pessoa e nem visa a pessoa, visa o social, o coletivo, a humanidade. Por isso que a noção de que a pessoa estava formada quando se empregava e se casava, característica da década de 60, estava errada. Continuo vendo o ser humano como uma unidade que capta e transmite informações. Essa seria sua função existencial. O mecanismo funcionaria como um disparo de informação social para o inconsciente coletivo e outro disparo de informação para o inconsciente biológico. Então o inconsciente coletivo seria como a psique coletiva ou social. A mente da humanidade é o inconsciente coletivo e as informações das pessoas são arquivadas e comprimidas em arquétipos que influenciam diretamente no modo de organização social, sempre visando uma melhor adaptação das especie humana ao meio ambiente. Do mesmo modo, o inconsciente biológico extrai as informações de satisfação e insatisfação dos indivíduos com o meio e criam arquivos ou arquétipos biológicos que promovem mudanças de comportamentos (adaptações) que garantem melhores chances de sobrevivência. Funciona da seguinte maneira: as informações de satisfação ou insatisfação são disparadas em cadeia de transmissão para o inconsciente biológico e para o inconsciente coletivo. Essas informações retornam como condicionamento comportamental coletivo através do nosso contato constante com o inconsciente biológico e com o inconsciente coletivo. É um processo automático esse circuito e muito mais rápido do que a velocidade da luz. As informações sensoriais de um indivíduo são transmitidas para o universo inteiro. Entendemos a razão pela qual o Lauro de Oliveira Lima não via a educação como uma causa pessoal, a sua luta não era para si mesmo. Estava encarnada nele a sensação de que a adaptação da humanidade a melhores formas de sobrevivência e convívio social dependia da educação, embora que seu discurso estivesse focado na questão da habilidade inata do indivíduo para aprender e descobrir cada vez mais aquilo que não se inseria dentro do conhecido, conforme também pensava Piaget. Fugir do condicionamento é a regra. Pois o novo tem que ser criado. Fazer diferente é importante. Pensar diferente é importante. Tentar o diferente é fundamental. A mente especulativa está sempre em busca de se conhecer e na ponta desse autoconhecimento estará a humanidade. Ou seja, a verdadeira identidade do homem é a humanidade".

***** Texto retirado do livro LAURO DE OLIVEIRA LIMA , de autoria do escritor Marco Aurellio Dias.

As folhas da árvore divina

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arvore divina
Deus é como uma árvore frondosa e imensa, cujos galhos alcançam as alturas das estrelas. Os humanos e todos os outros animais e seres vivos são como as folhas que caem dessa árvore. Somos folhas da árvore divina. O vento carrega as folhas caídas para diversos locais e destinos que ele próprio escolhe. O vento vai soprando a folha para lá, para cá, até que finalmente essa folha seca por completo. Continuamente as folhas caem da árvore divina e são arrastadas pelo vento. O mais sábio é deixar que o vento aponte a direção, deixar a vida seguir o seu curso, com a consciência de que somos limitados pelo nascimento e pela morte. Não podemos desafiar a fatalidade da existência efêmera. A pessoa que luta desesperadamente para acumular objetos materiais e acha que é ou vai ser dona de alguma coisa, não tem a mínima noção de que é apenas uma folha caída e soprada pelo vento da vida. Reis e rainhas, sábios e filósofos, ricos e pobres - todos foram vencidos pelo destino, todos envelheceram, secaram e desapareceram como as folhas caídas de uma árvore...
A Epublicar está oferecendo gratuitamente a versão epub do livro Jnana Yoga. Clique aqui para baixar o seu.
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O amor e o carro zero

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carro
   O amor é feito um carro zero que você acabou de comprar. É preciso dirigir com cuidado. Amaciar o motor. Etc e tal... Qualquer um fica feliz com o carro zero ou com o amor novinho em folha. Se você beber ao dirigir e amassar a lataria numa simples batida, o carro já não é mais novo e o amor também fica sentido. Aí você manda consertar a lataria, mas o carro já não é o mesmo. Você bate de novo, estraga mais alguma coisa. Os anos passam e você sente que precisa de um carro novo, aquele já não te deixa feliz. Assim é o amor. Se o carro zero for conservado original, mesmo que passem 30 anos, você vai sentir orgulho do veículo. No amor acontece o mesmo: quanto mais tempo passa, mais valioso fica. Os automóveis antigos e originais valem mais que qualquer carro zero moderno. Se você não cuidar do seu carro zero, tenha certeza que ele vai ficar direto numa oficina mecânica e logo não vai servir para mais nada. No amor acontece o mesmo: se não cuidar, as brigas e as ausências vão destruir os bons sentimentos que começaram.
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Não somos estátuas

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mudança   É muito difícil enfrentar o vir a ser. Mas não somos estátuas de pedra que permanecem para sempre a mesma coisa e na mesma posição. Precisamos aceitar as mudanças e sentir felicidade nelas. A pessoa só está suficientemente madura quando aprende a lidar com as mudanças, pois elas são a característica real da evolução da vida no planeta. Na década de 60 as mulheres começaram a usar calça comprida. Li sobre o caso de um pai que espancou a filha de 30 anos de idade porque ela saía de casa usando vestido, mas com a calça escondida dentro da bolsa, e, na casa das colegas, tirava o vestido e botava a calça comprida. Ela tinha medo do pai. Por isso fazia escondido. O pai descobriu ou contaram para ele. Então espancou a filha dentro do clube que ela frequentava e na frente de muitas pessoas. Chegou de surpresa no clube. Lá estava ela usando a calça. Como forma de castigo, passou a trancá-la no quarto quando ia para o trabalho. O infeliz sentia-se o salvador da ética e da moral. Queria parar o mundo. Se estivesse vivo, morreria de vergonha pelo que fez. Em muitas coisas gostaríamos também de parar o mundo e impedir o vir a ser, a evolução, as mudanças. Não podemos castigar as pessoas pelos acontecimentos da vida. Aquele pai queria castigar na filha as mudanças sociais da época. Temos que aprender a caminhar juntos compartilhando as mudanças sociais e pessoais. Não somos feitos de concreto. 
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Os sentimentos são montagens psíquicas

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nha chica
    Todo sentimento é múltiplo e variado. Marco Aurélio Dias diz que, se percebermos bem, veremos que tudo em nós e à nossa volta é montagem. Nossa comunicação é uma montagem de imagens e sons - letras, palavras, frases, gestos, etc. Essas montagens são induzidas pelos sentimentos. Nossos sentimentos são montagens também de vários sentimentos, não só nossos, mas herdados da família, da sociedade e dos antepassados. Somos um processo coletivo e não individual. Na alma humana não existe sentimento puro. Ninguém sente amor e somente amor. Medo, carência, solidão, baixa estima, desejos, tristeza, melancolia, alegria, raiva, bondade, infelicidade, paixão, mágoa, fraqueza, vício, sexo, amor, etc. - tudo isso junto, e muito mais, é disparado nas nossas relações. Todas as pessoas que nos rodeiam são igualmente montagens de palavras, frases, sentimentos e partículas da matéria. Somos igual a um Maracanã lotado de torcedores. Os sentimentos disputam dentro de nós qual deles vai ser veiculado nas relações. Enganamo-nos o tempo todo com as pessoas e as enganamos ao mesmo tempo, porque tanto as nossas montagens quanto as delas são momentâneas. A raiva vem e passa. A alegria também. A tristeza igualmente. A raiva passa porque outros sentimentos se juntam e descaracterizam aquela montagem anterior. O universo funciona na base de montagem". Quando olhamos uma escultura de Marco Aurélio Dias temos uma visão exata da montagem que somos. Milhares de partículas invisíveis se unem para criar massa, formar um corpo e torná-lo visível. Veja mais aqui.
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Arte Mineira de Mosaico

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     Mosaico é uma das expressões artísticas mais significativas para a arte, principalmente pelo efeito visual da cena retratada. Em Minas Gerais, temos artistas de grande capacidade criativa, não só os que desenvolveram seu trabalho durante o período colonial do Brasil, como o escultor Aleijadinho e o pintor Manuel da Costa Ataíde. No mosaico acima, executado em estilo mais moderno, mais solto, temos um exemplo do talento e da variedade da arte mineira. Trata-se de uma obra de arte representando Nhá Chica, medindo 3 metros de altura, por 2 metros de largura. O autor desse mosaico é o artista carioca Marco Aurélio Dias e foi realizado em junho de 1988. Este trabalho está na estância hidromineral de São Lourenço, Minas Gerais.
Veja nosso álbum de fotos da Capela Nhá Chica

A busca da unidade da vida

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Marco Auréllio Dias, escritor brasileiro, dedicou alguns anos de sua vida construindo uma pequena capela na cidade de São Lourenço, MG, Brasil, utilizando a imaginação e alguns recursos naturais. Hoje, compara este seu trabalho a uma terapia de encontro com a criança interiorizada. O escritor abandonou a agitação da cidade do Rio de Janeiro e se estabeleceu na estância hidroclimática de São Lourenço, na Serra da Mantiqueira, onde passou a rever as prioridades da vida. É muito significativa a análise que ele faz da vida. Diz que se uma pessoa perder tudo o que tem e lhe sobrar a vida, na verdade ela não perdeu nada porque a maior experiência do ser humano é justamente o testemunho visual de que a vida existe não só na própria pessoa, mas em tudo o que a rodeia. Nenhuma experiência pode ser mais significativa do que esta. Em 1980, Marco Aurélio Dias tomou a decisão de colocar a experiência da unidade da vida acima de tudo e entendeu que seu relacionamento com a natureza é mais importante que qualquer outra atividade. O objetivo da vida não é ser bem sucedido financeiramente e ficar rico de bens materiais, como tentam entender e enfiar na cabeça das crianças. Ser simples, natural e observar com amor e alegria a vida que pulsa no universo, é mais que um objetivo da existência humana, é o sentido da unidade da vida natural. Para Marco Aurélio Dias as desgraças da sociedade nascem em parte pela concepção de que a vida é separada em pedaços e que cada um tem um pedacinho da vida. Por isso as pessoas se veem separadas das outras e vivem a ilusão de querer ser mais, de possuir mais, de ter tudo para si. Acham que aquele pedacinho de vida lhes pertence e querem vivê-lo com ganância e egoísmo. A vida, no entanto, é uma unidade biológica e psíquica que pulsa em todos os seres e em todo o espaço. Ver a vida una e desmontar a ideia de separação foi o objetivo que o escritor colocou para si quando buscou a tranquilidade da montanha. Para ele, nenhum problema e nenhuma paixão pode estar acima da observação da unidade da vida. Enfim, problemas e paixões não são o objetivo da vida, nem a própria pessoa pode se considerar o objetivo de si mesma... O conceito de pessoal é uma mera ilusão, a vida é universal, é cósmica e nunca foi dividida em pedaços. Em seu livro Jnana Yoga o escritor desenvolve e expõe as mais importantes concepções sobre a Unidade da Vida.
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São Lourenço Convention & Visitors Bureau

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nhá chica
  O São Lourenço Convention & Visitors Bureau destaca em sua página de turismo a Capela Nhá Chica como um dos atrativos mais importantes da estância hidromineral. Além do caráter religioso, a arquitetura tem um aspecto artístico muito original e é visitada anualmente por milhares de turistas, servindo, inclusive, como ponto de divulgação da fé e da caridade que foram o eixo central da vida religiosa de Nhá Chica, beata de São João Del Rey. Veja mais detalhes da Capela Nhá Chica aqui na página oficial do São Lourenço Convention & Visitors Bureau.
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